Perguntas Frequentes Mapa do Site Fale Conosco Canal do Corretor  Trabalhe Conosco 
 
Conheça a Brasilprev Nossos Planos Simule seu Plano e seu IR Serviços aos Clientes Aprenda sobre a Previdência
 
Previdência Social
Previdência
Complementar
Glossário
Saiba mais
PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
Antes de falarmos sobre previdência complementar, é importante que você saiba que o benefício máximo pago pela previdência social é de R$ 2.801,82. Assim, quem recebe um salário acima deste valor, não conseguirá manter, durante a aposentadoria, o padrão de vida ao qual está acostumado se contar apenas com a previdência social. É neste momento que a previdência complementar apresenta-se como uma excelente solução para garantir uma aposentadoria tranqüila e confortável.

A previdência complementar funciona de forma simples: durante o período em que está trabalhando, você paga um pouco por mês, de acordo com sua disponibilidade, acumulando assim um saldo que poderá ser resgatado integralmente ou recebido mensalmente quando você se aposentar. Quanto e quando receber, é você quem decide.

Na realidade, os planos de previdência atuam como um investimento de longo prazo: quanto maior o volume investido, maior será a renda mensal.

Outra vantagem é que o governo modificou a tributação da previdência complementar, possibilitando melhores rendimentos líquidos para quem manter o dinheiro aplicado por mais tempo. Para saber mais sobre esse assunto, clique aqui.

Se você ainda está em dúvida se garante seu futuro apenas com a previdência social, veja a tabela abaixo que mostra a defasagem do seu salário em relação aos benefícios pagos pelo INSS. Os números comprovam que, quanto maior for seu salário no período imediatamente anterior à aposentadoria, maior será a diferença entre o que você ganha - seu padrão de vida atual - e o que a previdência social vai lhe pagar - seu padrão de vida no futuro. Saiba mais sobre planos de previdência complementar:
Saiba mais sobre entidades abertas e fechadas:

PGBL

O PGBL - Plano Gerador de Benefício Livre - é um produto de Previdência Complementar que visa a acumulação de recursos e a transformação destes em uma renda futura.

Seu funcionamento é bem simples: periodicamente o cliente realiza aportes para o plano, que são aplicados em um FIC (Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Especialmente Constituídos). O dinheiro vai rendendo ao longo do tempo e assim o cliente vai formando uma reserva.

Quando chegar a idade escolhida pelo cliente para se aposentar, o que não precisa coincidir com a idade da aposentadoria pelo INSS, ele poderá optar por receber sua renda em uma única parcela ou então em quantias mensais.

É mais vantajoso para quem faz a declaração do imposto de renda através do formulário completo, já que é possível deduzir o valor das contribuições realizadas ao plano da base de cálculo do Imposto de Renda, até o limite de 12% da renda bruta anual (desde que o cliente também contribua para a Previdência Social - INSS ou regime próprio).

O PGBL é bastante flexível e permite que os recursos aplicados no plano sejam resgatados (respeitando-se o prazo de carência). Neste caso, e também no momento do recebimento da renda, haverá incidência de Imposto de Renda sobre o total resgatado, conforme legislação vigente e opção de tributação escolhida pelo cliente.


VGBL

Desenvolvido com base no PGBL, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é um seguro de vida que garante cobertura em caso de sobrevivência, funcionando, portanto, como um plano de previdência.

Periodicamente o cliente realiza aportes para o plano, que são aplicados em um FIC (Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Especialmente Constituídos). O dinheiro vai rendendo ao longo do tempo e assim o cliente vai formando uma reserva.

Quando chegar a idade escolhida pelo cliente para se aposentar, o que não precisa coincidir com a idade da aposentadoria pelo INSS, ele poderá optar por receber sua renda em uma única parcela ou então em quantias mensais.

A grande diferença entre o PGBL e o VGBL está no tratamento fiscal conferido a cada um deles.

Enquanto no PGBL há incidência de imposto de renda sobre o total resgatado ou recebido como renda, no VGBL a tributação incide somente sobre o ganho das aplicações financeiras, ou seja, o rendimento do plano (conforme legislação vigente e opção de tributação escolhida pelo cliente).

Sendo assim, o VGBL é mais indicado para quem faz declaração simplificada ou não é tributado na fonte, como os autônomos.

Além disso, é uma ótima opção para investidores que já excederam o limite de dedução do imposto em um plano de previdência complementar, como o PGBL, mas querem investir mais no seu futuro financeiro.

DIFERENÇA ENTRE ENTIDADES ABERTAS E FECHADAS

Os planos de previdência complementar são oferecidos tanto por Entidades Fechadas como por Entidades Abertas. Veja abaixo a diferença entre as duas:

Entidades fechadas de previdência complementar

São Fundações ou Sociedades Civis, sem fins lucrativos, que administram programas previdenciários dos funcionários e seus dependentes, de uma única empresa ou de empresas pertencentes a um mesmo grupo econômico.

As empresas que optam por ter um fundo fechado ou fundo de pensão são responsáveis por toda a administração do plano, o que inclui a presença de profissionais treinados no assunto, contabilidade apropriada, aconselhamento jurídico, entre outros. Nesse caso a empresa é a patrocinadora do plano e, em geral, também faz contribuições em nome de seus funcionários. Os planos devem ser oferecidos a todos os colaboradores e só podem ser adquiridos por pessoas que tenham vínculo empregatício com a empresa patrocinadora.

Um outro tipo de fundo fechado é o multipatrocinado, ou seja, uma entidade fechada que agrupa diversas empresas independentes entre si, minimizando os custos operacionais, uma vez que estes são partilhados entre as empresas patrocinadoras.

As entidades fechadas estão vinculadas ao Ministério da Previdência Social.

Entidades abertas de previdência complementar

São empresas constituídas especificamente para atuar no ramo de previdência complementar e também as seguradoras autorizadas a operar neste sistema. Os planos podem ser adquiridos por qualquer pessoa física e, no caso dos planos empresariais, estes podem ser constituídos para empresas de um mesmo grupo econômico ou independentes entre si, não havendo a necessidade de que todos os colaboradores participem.

Essas entidades estão vinculadas ao Ministério da Fazenda e são fiscalizadas pela SUSEP, órgão do governo que recebe mensalmente relatórios oficiais das entidades para apuração de todos os valores e aplicações dos participantes, verificando o cumprimento da legislação.

 

topo ^

 
 
  
Central de Atendimento ao Cliente: 0800 729 7170 - Para deficiente auditivo ou de fala: 0800 729 0150 Política de Privacidade